Pudins proteicos: delícias de proteína

Por À Roda da Alimentação

Cada vez mais populares, os pudins proteicos Continente acabam de chegar e têm benefícios reconhecidos: não têm açúcares adicionados, o teor de gordura é muito baixo e, na proporção inversa, o teor de proteína é elevado.

Há uma consciência cada vez maior acerca da importância da proteína para uma alimentação saudável e para o bom funcionamento do organismo. Os seus benefícios são, sem dúvida, mais reconhecidos com o passar do tempo. No entanto, apesar de a popularidade crescente dos produtos proteicos, o excesso de informação em torno deste assunto pode transformá-lo num quebra-cabeças. Afinal, para que serve a proteína? Que tipos de proteína existem? Qual é a quantidade diária recomendada? Quais são os alimentos proteicos? Vamos então por partes.

Benefícios das

A proteína contribui para o crescimento e a conservação da massa muscular. Além disso, facto menos conhecido, é essencial para a pele, para o cabelo e contribui para a manutenção da saúde óssea. A boa função e regulação das células, dos tecidos e dos órgãos do corpo está igualmente associada ao seu consumo.

Alimentos ricos em proteínas

Fontes de proteínas

Há duas fontes de proteína: a proteína de origem animal – que se encontra na carne, no pescado, nos ovos, nos laticínios, e que contém todos os aminoácidos essenciais – e a proteína vegetal, presente em leguminosas como o feijão, o grão-de-bico, a soja, a ervilha, as lentilhas, ou ainda noutro tipo de alimentos como o tofu, os cereais como o arroz, a quinoa e os frutos oleaginosos, nomeadamente, as nozes e os amendoins.

Ainda em relação à proteína vegetal, há que salientar que, por norma, não apresenta todos os aminoácidos essenciais, pelo que é necessário fazer combinações com outros alimentos de origem vegetal, de forma a garantir o aporte necessário, juntando leguminosas aos cereais (arroz e feijão, por exemplo).

Em relação à quantidade diária de proteína que devemos ingerir, não existe uma resposta certa, porque tudo varia um pouco de pessoa para pessoa, do estilo de vida, da idade e do grau de atividade. No entanto, considerando que num adulto saudável a ingestão calórica diária recomendada ronda as 2000 Kcal, o ideal são 0,8 g de proteína por kg de peso corporal. Porém, no caso dos atletas, a necessidade de ingestão aumenta, sendo aconselhado 1,2 a 2 g de proteína por Kg de peso corporal.

Pudins Proteícos do Continente

Pudins proteicos: 20g de proteína

Além dos alimentos naturalmente ricos em proteína, têm surgido ofertas de produtos enriquecidos com proteína. Depois dos iogurtes proteicos, eis que surge uma grande novidade que nos permite saborear este assunto de outra forma: os pudins proteicos. Ao contrário do que seria de esperar, não têm açúcares adicionados, o teor de gordura é muito baixo e, na proporção inversa, o teor de proteína é extremamente elevado.

Uma vez que os “Pudins + Proteína Continente”, acabados de lançar, existem em três sabores – baunilha, chocolate e caramelo –, podem ser a sobremesa ideal ou o lanche perfeito para qualquer pessoa. No caso daqueles que não dispensam fazer desporto, estes pudins podem ser um excelente remate para um treino delicioso.

No entanto, e como em quase tudo na vida, o consumo de pudins proteicos deve ser moderado. E é sempre bom lembrar a importância de seguir os protocolos de suplementação definidos por um nutricionista. Nada substitui uma grande quantidade de ingestão de água, um número adequado de horas de sono, uma alimentação equilibrada com a ingestão diária de pelo menos 400 g de hortofrutícolas, algum desporto, e, no fim da lista, mas não menos importante, uma gestão eficaz do stresse. Tudo isto, parecendo que não, rumo à felicidade.

Bom apetite!

Características dos Pudins +Proteína Continente:

  • Alto teor em proteína
  • Sem açúcares adicionados
  • Baixo teor de gordura
  • Três sabores: baunilha, chocolate, caramelo

Autor

À Roda da Alimentação