Esta semana procurei saber onde acabam os mitos e começa a verdade sobre a alimentação infantil. A solução está nas mãos dos pais. É tão simples como isto.

A alimentação das crianças é um dos temas que mais dúvidas impõe. Enquanto mãe, não tem conta o número de vezes em que me questionei (e ainda questiono) sobre se estarei a tomar as melhores decisões pelos meus filhos.

Insistir é um dos principais truques que uso bastante. Quando uma criança rejeita algum alimento, porque não o conhece ou estranha o seu sabor, os pais não devem desistir. Esse é um dos conselhos de ouro do pediatra Paulo Oom, com quem estive à conversa na Biblioteca de Belém, no meu último programa À Roda da Alimentação, que passou sábado na RTP1.

Começar bem cedo a criar rotinas saudáveis também é uma das sugestões deste especialista. É de pequenino que se torce o pepino e nessa altura, também, que os pais devem começar a incutir os bons hábitos. Por exemplo, deve evitar-se iniciar a alimentação dos bebés (entre os quatro e os seis meses) com doces (papas) e preferir os legumes (sopa) para que se acostumem logo aos sabores mais amargos. Outra importante dica é tentar, nesta fase, não habituar as crianças a sopa demasiado passada e dar-lhes a experimentar outras consistências logo que possível.

O mais importante, diz Paulo Oom, é “saber que o problema não é da criança é da família, e, eventualmente, até da comunidade onde ela está inserida”. A criança tem de conhecer as ‘linhas vermelhas’ que não pode ultrapassar, e os pais não se podem esquecer que são a principal referência da alimentação dos seus filhos. Dar o exemplo é fundamental para prevenir alguns distúrbios alimentares comuns na infância, como a obesidade.

 

Saiba mais sobre esta e outras questões associadas, assistindo ao programa, online no site da RTP1.

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