Quando o pequeno-almoço se junta ao almoço dá nisto

O brunch é uma das novas tendências na vida dos portugueses. Cada vez há mais lugares a servirem estas refeições tardias, mas eu cá também as faço em casa.  

Esta semana, o grande tema do meu programa da RTP1 foi o brunch. Para quem ainda não conhece a palavra, ela nasceu da junção de breakfast (pequeno-almoço) com lunch (almoço) e refere-se à primeira refeição do dia que acaba por ocorrer, mais coisa menos coisa, à hora da segunda.

Como se juntam duas refeições – e convém lembrar que, por norma, não devemos mesmo ficar mais de 3h30 sem comer -, o brunch é um repasto reforçado. Pode incluir ovos, iogurtes, fruta, legumes, saladas, enfim, o que quisermos, desde que haja moderação.

É assim que o servimos no CCC Café, projeto social da Corações Com Coroa (CCC),   associação sem fins lucrativos que fundei há sete anos e que tem o apoio da Missão Continente. As receitas deste espaço revertem na íntegra para dar postos de trabalho a mulheres em situação de desemprego prolongado e para suportar projetos que lutam contra a violência e discriminação, e promovem a igualdade de género e de oportunidades nas áreas da saúde e educação. Fica aqui, desde já, o convite para nos visitar na Rua da Junqueira, no jardim da Biblioteca de Belém, em Lisboa.

Cá em casa também preparamos alguns brunches ao fim de semana. E, para garantir que o fazemos da forma mais saudável, convidei a chef Anna Lins para me ajudar a confecionar um brunch apetitoso e equilibrado no À Roda da Alimentação. Cozinhámos panquecas, salada de quinoa, uma smoothie bowl de fruta e deliciosas fatias de pão com ovos Benedict. Se ainda não conhece estas receitas, espreite o post  ‘Há um novo brunch lá em casa’.

A propósito da salada de quinoa, aproveitámos para falar um pouco sobre os pseudocereais (amaranto, quinoa e trigo sarraceno). Estes alimentos não pertencem à família dos cereais, mas partilham características semelhantes, sobretudo o facto de serem boas fontes de hidratos de carbono e fibra. Além disso, possuem proteínas mais completas do que as que encontramos nos cereais e como não têm glúten são aptos para pessoas com doença celíaca. Portanto, são ótimas alternativas como acompanhamento nas refeições principais e bons complementos em qualquer brunch.

 

Se quiser saber mais sobre este tema, assista ao programa na íntegra no site da RTP1.


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