O café melhora o rendimento físico? Ajuda a emagrecer? Quantos devemos beber por dia se formos treinar? A equipa da Solinca dá-lhe as respostas.

Quando falamos em estimulanteso mais habitual épensar em substâncias pouco naturais ou ilícitas que, de alguma forma, permitem melhorar a performance física e cognitiva.

Apesar de coexistirem em tal contexto, a maior parte de nós consome outros produtos com substâncias igualmente estimulantes que não são incluídas nesta generalização.

Exemplo disso é a cafeína (desde que em concentrações inferiores a 12mg/L na urina, no caso dos desportistas).

Todos conhecemos alguém (ou nós mesmos) que é incapaz de abdicar de um café pela manhã, depois das refeições ou antes do treino. Seja para despertar ou pelo simples prazer de beber, a verdade é que uma grande parte da população consome café uma ou várias vezes por dia e é natural que nem todas sintam os mesmos efeitos da cafeína.

No entanto, com o avançar da idade, é usual o corpo manifestar-se de forma diferente face à presença de certos estimulantes

Cafeína e desporto

No âmbito desportivo, vários estudos revelam que beber um café antes do treino – 30 a 60 minutos – não só proporciona um maior conforto, como influencia positivamente a performance desportiva. A cafeína contida no café gera um aumento de ácidos gordos em circulação na corrente sanguínea, os quais serão utilizados como fonte de energia pelos músculos.

Assim, o corpo ganha maior resistência e consegue suportar o esforço físico por mais tempo, principalmente se falarmos de atividade aeróbia (corrida, ciclismo, natação).

Por outro lado, o café tem efeito sobre o sistema nervoso central, permitindo melhorar o estado de alerta e a coordenação motora. Também atua sobre o estado de espírito, o que ajuda a tornar a tarefa mais agradável e aumenta, consequentemente, os níveis de motivação.

Portanto, no que ao treino diz respeito, o café assume um papel relevante na nossa predisposição física e psíquica, relativamente ao mesmo.  Os níveis de concentração e motivação aumentam/melhoram e, consequentemente, aumenta o rendimento do treino.

Sabe-se ainda que o consumo moderado de café, quando aliado a outros hábitos de vida saudáveis, revela-se ainda uma ‘arma’ antidepressiva e uma mais-valia na prevenção de patologias como cancro, diabetes ou Parkinson (Associação Portuguesa de Nutricionistas – APN, 2016).

Cafeína e ‘bebidas energéticas’

No que respeita às intituladas ‘bebidas energéticas’, apesar de poderem conter cafeína, não devem ser utilizadas como substituto do café. As mesmas não possuem os antioxidantes e outros elementos saudáveis ao organismo. São constituídas, essencialmente, por calorias vazias que não correspondem a qualquer tipo de benefício para a saúde.

Cafeína: consumo diário

E quantos cafés podemos consumir diariamente? As várias referências bibliográficas consultadas apontam para 400 mlg diários de cafeína (inclui todas as fontes de cafeína, como cafés, bebidas energéticas, chocolates…). Mas se quisermos fixar um número máximo de cafés, apontemos para 2 a 3 diários para indivíduos adultos saudáveis.

Quanto ao produto em si, o café, o ideal é optar pelas variedades orgânicas e de cultura biológica. Os tipos de café mais convencionais são concebidos em meio químico, com recurso a pesticidas potencialmente perigosos para a saúde. Por outro lado, deve ser preparado por meio de filtração e não expressoAssim, consegue-se uma maior concentração de antioxidantes (European Food Safety Autority – EFSA 2015).

Cafeína e redução de peso

E será que ajuda a emagrecer? Quando consumido de forma moderada e associado a bons hábitos de vida, o café revela-se como uma mais-valia para potenciar a perda de peso. Sendo um estimulante, acelera o metabolismo, permitindo ao organismo um maior gasto calórico.

Por outro lado, como já foi referido, a presença da cafeína faz mobilizar maiores quantidades de ácidos gordos, que podem ser usados como fonte de energia. Contudo, atenção à quantidade de açúcar. Por isso, as nossas recomendações são: Mantenha-se ativo! Mantenha-se saudável!


Para saber mais sobre as vantagens do exercício físico, leia o nosso post ‘Atividade física e qualidade do sono‘.

Este artigo teve a colaboração da SOLINCA

Autor

À Roda da Alimentação

Já foi várias vezes aos treinos e o bichinho não pegou? Já tentou sozinho e com amigos, de manhã e ao final do dia, e não se convenceu? A equipa da Solinca diz-lhe o que tem de fazer para manter a motivação para treinar.

Adotar uma rotina de treino não é uma tarefa fácil. No cenário ‘levantar, trabalhar, almoçar, voltar a trabalhar, ir buscar os filhos, cuidar deles, lidar com tarefas domésticas, fazer o jantar, dormir’, de repente terminou outro dia da semana e não fomos ao ginásio nem frequentámos uma aula/treino online, para manter a rotina de exercício.

Se este cenário lhe é familiar, precisa de começar a criar os costumes certos para se manter fisicamente ativo. Partilhamos, de seguida,  5 dicas que ajudam a seguir uma rotina de treino semanal.

5 DICAS PARA MANTER O HÁBITO DE TREINAR

1. TER SEMPRE O SACO DO TREINO PRONTO
Esta é uma estratégia que poderá funcionar. O simples facto de não ter as roupas e acessórios prontos pode constituir uma desculpa para não estar preparado para treinar.

2. DEFINIR METAS REAIS
Ajuda a não criar expectativas e visões irrealistas ou inexequíveis. Ser paciente e persistente ajudará no controlo dos resultados físicos e, semana após semana, irá notar melhorias no seu corpo. Registe os seus sucessos e metas alcançadas.

3. APOIO DO PERSONAL TRAINER
Este suporte pode criar um maior compromisso e com a ajuda técnica especializada alcançará os seus objetivos e necessidades mais rapidamente, com mais motivação e sempre em segurança.

4. TREINAR COM AMIGOS
Respeitando as normas de segurança e higiene, esta é uma excelente forma de criar uma rotina saudável. Treinar acompanhado potencia uma motivação mútua, para além de poder ficar em forma enquanto põe a conversa em dia.

5. DEFINIR O HORÁRIO DE TREINO NA SUA AGENDA
Comece de forma gradual, escolha dois momentos da semana e assuma verdadeiramente o compromisso de os realizar. Não é preciso começar logo com uma hora de treino, opte por treinos mais curtos. Na Solinca, encontra professores que o irão ajudar a estruturar a sua agenda, prescrevendo os treinos e aulas mais adequados para si.

Ser constante na rotina de treino semanal tem de ser o seu lema diário. Converta o hábito de praticar exercício numa filosofia e, acima de tudo, não faça do seu treino uma obrigação. Fazer qualquer tipo de atividade física requer dedicação e paciência, mas também diversão.

Desligue-se da rotina quotidiana, do seu ambiente de trabalho e vá treinar, por si e pela sua saúde. Por isso, as nossas recomendações são: Mantenha-se ativo! Mantenha-se saudável!

Para saber mais sobre as vantagens do exercício físico, leia o nosso post ‘Atividade física e qualidade do sono‘.

Este artigo teve a colaboração da SOLINCA

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À Roda da Alimentação

Apesar de conhecida a importância de uma noite bem dormida para a manutenção de uma vida saudável, este aspeto nem sempre é tido em consideração. Esta semana, com a ajuda da Solinca, vamos conhecer quais as consequências da atividade física sobre a qualidade do sono.

Quando a questão reside nos hábitos de vida saudáveis, não são apenas mencionados a boa alimentação ou os níveis de atividade física. Para que seja possível ter um bom desempenho em todo o seu raio de ação (tanto a nível físico como cognitivo), é importante tirar o máximo partido de uma boa noite de descanso.

Embora muitas vezes se negligencie esta parte, uma noite bem dormida deveria ser prioritário para quem ambiciona manter uma saúde física e mental exemplar. Noites mal dormidas, além de reduzirem a concentração e a produtividade, contribuem para uma maior instabilidade emocional, estados depressivos, irritabilidade e aumentam a probabilidade de cometer erros ou tomar más decisões.

Contudo, hoje em dia, graças a diversos fatores a que as populações estão sujeitas (contexto socioeconómico, stress, rotina, etc.), tem-se verificado que a qualidade do sono tem vindo a diminuir havendo uma crescente procura de ajuda com vista a contornar esta questão (medicina e outras terapias alternativas).

Consequências da atividade física sobre a qualidade do sono:

1. Pessoas ativas, não só adormecem mais rápido como dormem melhor e conseguem ver a sensação de cansaço reduzida no dia seguinte.

2. O sono de um “atleta” é mais relaxante e profundo, acordando poucas ou nenhumas vezes durante a noite. Os níveis de sonolência durante o dia são substancialmente inferiores. Quando relatamos um sedentário, todos os campos mencionados são prejudicados e o sono mais atribulado.

3. Apesar do número total de horas dormidas (7 horas, em média) poder ser idêntico, quer em pessoas sedentárias quer em pessoas fisicamente ativas, a qualidade do sono das pessoas fisicamente ativas é substancialmente superior à qualidade do sono das pessoas sedentárias (havendo maior incidência de insónia e apneia de sono, justificando uma maior utilização de fármacos).

Veja também o nosso artigo sobre a importância da alimentação e atividade física

A atividade física no combate das insónias

O reconhecimento da efetividade da atividade física no combate das insónias já é sabido. São libertadas endorfinas que ajudam a relaxar e a diminuir a ansiedade (uma das principais causas de insónia) permitindo que a pessoa consiga “desligar-se” de forma gradual. Portanto, se nos “mexermos”, dormimos melhor!

No entanto, se dorme mal e procura encontrar na atividade física uma “cura saudável” para as noites mal dormidas, é importante seguir algumas recomendações:

1. Caso se trate de uma pessoa sedentária, a intensidade dos exercícios deverá ser ajustada em função da condição física individual.

2. Alguns autores defendem que atividades físicas intensas devem ser evitadas, principalmente, ao fim do dia dado que são despertados mecanismos de produção de hormonas que estimulam o sistema nervoso aumentando o estado de alerta, atribulando o adormecer.

3. Outros autores, seguindo novas linhas orientadoras, vieram reforçar que, mediante a experiência e condição física da pessoa, atividades físicas intensas podem e devem constar do “cardápio” de treino.

Os benefícios são mútuos. Se praticar exercício ajuda a melhorar a qualidade do sono também dormir bem ajuda a melhorar o rendimento físico. Os níveis de energia mantêm-se estáveis ao longo do dia permitindo que os níveis de motivação não sejam prejudicados.

É também durante o sono que é produzida a hormona de crescimento, fundamental para desenvolver e tonificar os músculos, evitar acumulações de gordura e combater patologias como osteoporose. Por outro lado, regenera-se o cérebro e o metabolismo como se fosse feita uma “limpeza” das toxinas geradas pelas atividades extenuantes realizadas durante o dia.

Por isso, as nossas recomendações são: mantenha-se ativo! Mantenha-se saudável!

Este artigo teve a colaboração da SOLINCA

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Autor

Lia Bahut

Mais do que um meio de transporte,  representa um estilo de vida saudável. Aproveite o bom tempo e renda-se aos benefícios de andar de bicicleta.

Com dia próprio e tudo (19 de abril é Dia Mundial da Bicicleta), a bicicleta é o meio de transporte mais sustentável do planeta, segundo classificação das Nações Unidas. Além de nos fazer poupar tempo e dinheiro, é invisível para o ambiente – não recorre a combustíveis, não emite gases para atmosfera e é silenciosa.

Como se não bastasse tudo isto para nos motivar a dar umas voltinhas, acresce que andar de bicicleta faz mesmo muito bem à saúde. Aqui ficam cinco exemplos:

1 – Faz bem ao coração

Andar de bicicleta está associado a uma melhoria da saúde cardiovascular e menor risco de doenças coronárias. Além disso, também pode contribuir para a manutenção dos níveis adequados de pressão arterial, insulina e triglicerídeos.

2 – Diminui a fadiga e o stress

Quem anda de bicicleta regularmente sente-se menos cansado, tem maior facilidade em adormecer e apresenta níveis mais elevados de tolerância ao stress.

3 – Tonifica os músculos

Pedalar estimula os pequenos músculos das vértebras dorsais e tonifica os músculos das pernas, coxas e glúteos. Também ajuda a perder peso, visto que queima caloria rapidamente.

4 – Relaxa a mente e estimula a autoestima

A atividade física, nomeadamente andar de bicicleta, está diretamente associada ao bem-estar mental, visto que os níveis de endorfina e dopamina aumentam durante e depois do exercício.

5 – Tem baixo impacto físico

Andar de bicicleta não provoca sobrecarga de peso nas articulações, como pode acontecer na corrida, por exemplo; porém, é importante estar atento ao terreno: se houver muitas irregularidades no trajeto, o risco de sobrecarga para as articulações pode aumentar.

Quer saber mais sobre as vantagens da atividade física? Leia o nossos posts: ‘Exercício físico em 5 respostas’ e ‘Alimentação e exercício físico‘.

Autor

À Roda da Alimentação

Vai ao ginásio, mas não come bem? Nada feito. Não basta correr uma hora por dia ou fazer ioga três vezes por semana. Para ficar fit, o seu corpo precisa de estar bem nutrido.

A receita para uma vida equilibrada inclui vários ingredientes e dois deles são essenciais e indissociáveis: exercício físico e alimentação saudável. Aproveite este verão para dar mais atenção a ambos.

Segundo a Direção-Geral da Saúde, os adultos devem praticar, pelo menos, duas horas e meia por semana de atividade física de intensidade moderada, ou uma hora e um quarto de atividade mais vigorosa. Além disso, devem fazer exercícios que favoreçam a resistência muscular, duas vezes por semana, como passear a pé, andar de bicicleta, nadar ou correr.

Por sua vez, as crianças e adolescentes devem praticar, todos os dias, pelo menos, uma hora de atividade física, que deve incluir, três vezes por semana, 20 a 30 minutos de exercícios que exijam esforço ao sistema músculo-esquelético, nomeadamente, correr, subir e descer escadas, saltar, etc. Embora, de uma forma geral, ainda estejamos muito aquém de cumprir estas recomendações, a tendência mostra que cada vez mais pessoas se dedicam ao desporto e já há mesmo quem não consiga passar um dia sem treinar.

A atividade é essencial para o bem-estar físico, mas também mental. Contudo, convém lembrar que de pouco adianta abraçar o desporto com afinco, se depois não fazemos refeições adequadas. Até porque é através da comida que o organismo obtém a energia e os nutrientes de que precisa para despender no treino.

Seguir uma dieta saudável exige tanta disciplina como a rotina do exercício físico e o ideal é mesmo levar as duas coisas a sério e não facilitar. Para isso, recordamos as principais regras da alimentação:

» Uma dieta equilibrada é, necessariamente, diversificada. Assim, é importante ingerir diariamente alimentos de todos os grupos da Roda dos alimentos, variando nas opções dentro de cada grupo ao longo da semana. Todos os grupos são importantes, e a quantidade na qual devem ser incluídos na alimentação também;

» É fundamental respeitar os horários de todas as refeições e não saltar nenhuma. Ao longo do dia, é bom ir fazendo pequenos lanches para ajudar a repor os níveis de energia e controlar o apetite;

» Água nunca é demais e deve ser a bebida de eleição. Independentemente da vontade, é importante beber, pelo menos, entre 1,5 e 2 litros de água por dia, sobretudo nesta altura de maior calor, em que o corpo precisa de estar bem hidratado.

Nutrientes essenciais!

Em alguns casos, a alimentação deve ser adaptada ao tipo de exercício que se pratica, de forma a melhorar a performance e a garantir a reposição adequadas das reservas de energia e proteína. Para uma pessoa que pratica exercício regular, mas de forma mais recreativa, existem alguns cuidados alimentares gerais para os quais pode ser reforçada a atenção. Aqui ficam os nutrientes mais importantes da alimentação no desporto.

» Ingestão adequada de alimentos ricos em hidratos de carbono complexos (cereais e derivados integrais, como massa, arroz, pão integral ou de mistura, flocos de aveia, etc.);

» Inclusão de fontes de proteínas completas (carne, pescado, ovos, laticínios magros);

» Vitaminas, minerais e compostos antioxidantes (a fruta fresca e os hortícolas são excelentes fornecedores de micronutrientes, alguns dos quais de grande importância para a recuperação muscular, stress oxidativo e redução do cansaço e fadiga durantes e após o exercício);

» Água.

Autor

À Roda da Alimentação

Parece um tema simples, mas pode não ser. A fitness manager Lia Bahut relembra-nos porque é tão importante fazer exercício e as precauções que devemos tomar.

Fazer exercício é uma atividade indispensável para todos e deve ser estimulada bem cedo nas nossas vidas. Contudo, é importante saber adequar o treino à condição física e, sobretudo, conhecer os nossos limites para evitar lesões. A especialista Lia Bahut responde a algumas perguntas essenciais sobre o tema.


1 – Com que frequência devemos fazer exercício físico?

Segundo as recomendações da Direção Geral da Saúde (DGS), uma pessoa saudável deve acumular 150 min de atividade física moderada, por semana, ou 75 min de atividade vigorosa.

Entenda-se por atividade física as atividades que aumentam o dispêndio energético, mas sem estrutura, plano ou objetivo definido. Quando falamos em regime moderado, refiro-me aos exercícios em que a respiração fica acelerada, mas ainda conseguimos manter uma conversa, como por exemplo as caminhadas em ritmo rápido.

Nas atividades vigorosas, como a corrida, a respiração fica muito acelerada e não conseguimos manter uma conversa. O que é importante é que as pessoas comecem a ter consciência das enormes vantagens que o exercício lhes pode promover. Descubram o que mais gostam de fazer, encontrem um parceiro que as possa acompanhar – comprometendo-se e motivando-se mutuamente – e que se mexam. Tudo conta!


2- Quais são os maiores ganhos para a saúde?

São imensos! Há vários estudos que comprovam as vantagens do exercício tanto para a melhoria da qualidade de vida em geral, como enquanto fator preventivo e coadjuvante terapêutico de diversas doenças.

Por exemplo, ajuda a regular os sistemas cardiovascular e músculo-esquelético (atuando no reforço da musculatura, melhorando postura, diminuindo dores nas costas e ajudando a prevenir a osteoporose) e atua a nível neurocerebral (ajuda a regular o humor, diminui estados de ansiedade e reforça a memória).

Segundo vários estudos, também pode contribuir para reduzir a incidência de doenças oncológicas. E ainda aumenta a vitalidade e a energia de que precisamos para para superar os desafios do dia a dia.

Lia Bahut, fitness manager

3 – Existem alguns riscos associados à prática de exercício?

De forma geral, podemos dizer que os riscos do exercício são muitos baixos, quando comparados com os benefícios.

O que se recomenda é que as pessoas, antes de iniciarem qualquer atividade ou programa de exercício, realizem uma avaliação física e sejam acompanhados por um profissional qualificado e habilitado, que irá definir o protocolo de treino que se adeqúe mais à especificidade de cada caso.

Devem seguir-se as linhas normativas da ACSM (American College of Sport Medicine) que, neste momento, são as que regulam a prática.

4 – Em que medida é importante ter um plano de treino personalizado e assistência especializada?

Ter um profissional a prescrever o treino e a acompanhá-lo torna a prática de exercício muito mais segura, motivante, eficaz e personalizada (de acordo com o seu objectivo e/ou limitações). Se pensarmos em melhorar a nossa condição física ou em prevenir doenças, temos de integrar na nossa rotina semanal momentos de exercício físico.

Um plano de treino corresponde a uma programação de exercício físico (prática consistente com um objetivo especifico, delineada no tempo, realizada de forma estruturada), que pode também integrar recomendações de atividade física (por exemplo, subir escadas, caminhar…), mas que deve ser sempre o mais individualizado possível. E não me refiro  apenas a cumprir os princípios técnicos do treino.

Todo o planeamento deve ir ao encontro dos gostos, preferências e disponibilidade de cada pessoa. Para que a integração do exercício na rotina semanal seja um sucesso é essencial que as pessoas gostem ou passado alguns meses irão acabar por desistir.

Portanto, não vamos tornar o exercício algo chato e complicado, mas, idealmente, vamos ajudar as pessoas a descobrir o que realmente as motivas, e orientá-las tecnicamente da melhor forma: dando serviço, apoio, desmistificando alguns mitos, contornando algumas objeções e proporcionando momentos de sucesso, superação e novas conquistas, sempre em segurança.

Tudo isto é conseguido com o apoio especializado de um profissional da área.

5 – O que sugere para quem está a começar?

Escolha uma atividade de que goste. Se não sabe qual prefere, procure um profissional na área que lhe irá dar a conhecer a vasta lista de opções que podem ir ao encontro das suas preferências.

Encontre um parceiro. Convide um amigo, algum familiar que o possa acompanhar. Além de se motivarem mutuamente, isto aumenta fortemente o compromisso. Escolha treinar em locais perto de casa ou do seu trabalho para que não altere muito a sua rotina.

Se vai de carro, opte por deixar o saco de treino, já pronto, dentro da mala do carro. Comece de forma gradual. Respeite o seu corpo, dê tempo à adaptação para que a experiência de treino seja positiva e os resultados sustentáveis.

Defina a frequência semanal e comece por treinos mais curtos. Gradualmente, aumente a duração das sessões de treino e, posteriormente, a intensidade. O mais adequado é seguir as recomendações do seu personal trainer.

Autor

Lia Bahut

SOBRE

Menu de Natal

com Maria Morais Gama

Série 1
Episódio 48

No programa desta semana a nutricionista Maria Morais Gama deixou um menu natalício completo.

No últimos meses têm passado pela minha cozinha os mais diversos especialistas em alimentação e saúde. Para não variar, fechei o ano em grande com a nutricionista Maria Morais Gama, uma super mãe, criadora do projeto‘Põe-te na Linha’, onde partilha dicas para um estilo de vida saudável.

Ao desafio para criar um autêntico menu de Natal, a minha convidada especial respondeu comtrês receitas deliciosas e bastante tradicionais: sopa de castanhas, roupa velha com batata-doce e rabanadas no forno.

Mesmo as rabanadas ou fatias douradas, como muitos lhes chamam, foram feitas no forno, ao invés da frigideira, e adoçadas com mel, em alternativa ao açúcar, a pensar no equilíbrio e bem-estar.

Levámos tudo à mesa, num almoço que serviu para regressar aos sabores da minha infância, com pratos reinventados que ficaram ainda mais saudáveis.

Catarina Furtado

Episódio 48
7:58 m
Episódio 48
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Episódio 47
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Episódio 46
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Episódio 45
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Episódio 44
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Episódio 43
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Episódio 42
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Episódio 40
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Episódio 39
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Episódio 18
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Episódio 15
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Episódio 14
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Episódio 13
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Episódio 12
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Episódio 2
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Episódio 1
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SOBRE

Bacalhau especial de Natal

com Chef Diogo Noronha

Série 1
Episódio 47

No programa desta semana, o bacalhau voltou a ser o centro das atenções. O convidado foi o muito simpático Chef  Diogo Noronha, conhecido por apostar numa cozinha mais pura e natural, na qual o peixe é a grande estrela.

Como não podia deixar de ser, trouxe-nos uma receita de bacalhau com boa com inspiração ‘natalícia’, que pode ser uma ótima solução para variar na noite de consoada ou para quem não aprecia este tipo de peixe cozido.

A relação do Diogo com a cozinha começou com um compromisso com a dieta vegetariana, que manteve durante dez anos até ter tido a oportunidade de trabalhar com o chef Thomas Keller, que detém 3 estrelas Michelin.

Depois de sete anos a viajar pelo mundo, e de ter feito o curso Natural Gourmet Institute for Health and Culinary Arts, em Nova Iorque, o Diogo regressou a Portugal, em 2009, para lançar os seus próprios projetos gastronómicos.

Episódio 48
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Episódio 47
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Episódio 8
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Episódio 7
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Episódio 6
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Episódio 5
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Episódio 4
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Episódio 3
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Episódio 2
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Episódio 1
7:50 m
Episódio 1
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SOBRE

No ‘coração’ do bacalhau

com Catarina Furtado

Série 1
Episódio 46

Esta semana, visitei uma fábrica de transformação de bacalhau para conhecer o caminho que faz entre o mar do Norte e a nossa mesa. 

A fábrica escolhida foi o centro de transformação da Riberalves, a empresa que mais bacalhau compra, processa e vende no mundo inteiro. Ricardo Alves, administrador da empresa, explicou-me os segredos do negócio.

O processo de cura tradicional portuguesa começa com a escala do bacalhau, fase em que se abre o peixe para lhe dar a forma que tão bem conhecemos.

Depois, adiciona-se o sal (1kg de sal para 1 kg de peixe). Por fim, o bacalhau é armazenado e, quanto mais tempo estiver reservado em sal (que neste caso provém de Olhão), melhor qualidade terá.

O tempo de salga varia, mas o peixe nunca deve ficar menos de um mês em sal. A Riberalves deixo-o, em média, meio ano na câmara de maturação, a uma temperatura de 4 graus.

E foi aí – onde se guardam mais de 40 milhões de unidades – que recebi uma excelente dica: quanto mais amarelo estiver o bacalhau seco, melhor será o seu sabor, pois quer dizer que esteve mais tempo a maturar.

Sobre o bacalhau demolhado ultracongelado, que já representa mais de metade do negócio desta empresa, Ricardo explicou-me que passa por um tratamento igual ao do bacalhau seco. A única diferença é que a demolha é feita de forma industrial.

Episódio 48
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Episódio 47
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Episódio 2
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Episódio 1
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SOBRE

Bacalhau para dias festivos

com Ágata Roquette

Série 1
Episódio 45

A nutricionista Ágata Roquette passou pela minha cozinha para preparar uma receita original de bacalhau e falar sobre os benefícios deste peixe que tanto adoramos.

No À Roda da Alimentação desta semana, o bacalhau voltou a ser rei e senhor. A nutricionista Ágata Roquette trouxe ao meu programa uma receita saborosa e saudável, que pode muito bem salvar vários almoços ou jantares nestes dias festivos.

Hoje uma mulher em boa forma, em tempos, a Ágata chegou a debater-se com o excesso de peso e, por isso, sabe bem o que temos de fazer para nos mantermos saudáveis. A nutricionista recomenda desde já o bacalhau para quem quer manter a linha, já que é um peixe pobre em gorduras, rico em proteínas, vitaminas B12 e D, e ótima fonte de minerais, como o fósforo.

A minha convidada teve ainda tempo para me esclarecer sobre as diferenças entre o bacalhau seco e o demolhado ultracongelado (que se apresenta desde logo com pouco sal), e explicar porque é que a melhor gordura para acompanhar este peixe é o azeite.

Catarina Furtado

Episódio 48
7:58 m
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Episódio 47
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Episódio 14
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Episódio 12
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Episódio 5
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Episódio 4
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Episódio 3
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Episódio 2
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Episódio 1
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