O pão é um dos alimentos mais consumidos no mundo inteiro e Portugal não é exceção. Esta semana, pus as mãos na minha massa preferida. Não vivo sem ele.

A qualidade do pão depende de muitos fatores. Desde logo, dos cereais a partir dos quais se faz a farinha. No último programa  À Roda da Alimentação viajei até ao Alentejo para perceber como as sementes que plantamos garantem a qualidade do pão que comemos.

E a verdade é que Portugal tem uma excelente cultura de cereais. Confirmação feita por Fernando Carpinteiro Albino, presidente do Clube Português dos Cereais de Qualidade, e um grande amante das farinhas nacionais, tal como eu.

O pão é uma excelente fonte de energia e de fibras, de fácil conservação e possui uma enorme versatilidade gastronómica. Além disso, é bastante simples de fazer. Pelo menos, é o que parece nas mãos de Pedro Parreira, o técnico de padaria do Continente que me ensinou, simpaticamente, os segredos do fabrico.

À farinha, água, levedura e sal, junta a ciência de quem trabalha no ramo há mais de 25 anos. E diz a experiência que o segredo está no processo: a forma como se amassa a mistura, pesa, fermenta e se coze, muito lentamente.

Hoje em dia já se faz pão com todos os tipos de cereais. O mais comum é o pão de trigo, mas existem muitas misturas possíveis. E o mais acertado é mesmo optar pelas versões com farinhas integrais e sem adição de gordura ou açúcar. A este propósito, Pedro Parreira lembra que o Continente tem vindo a reduzir o teor de sal nos seus pães. Uma opção que merece um aplauso já que faz muito pela nossa saúde!

Se tem curiosidade sobre este tema, assista ao meu programa na íntegra no site da RTP1.


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